segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Destitulado

Sensação  estranha e não  é do tipo comum.  Diz respeito  a certo desânimo  cansaço  talvez. Volto logo ao trabalho  e não  fiquei livre nem um dia sequer.
Nunca pensei  que tornaria a esse posto de hoje, diferente  mas também  igual quando  eu tinha 26 anos. Trinta anos se passou e me encontro de novo estudando  , não  para dar aulas mas para fazer concurso.  E de novo me pergunto se será isso,  se será cesse o caminho.   Foi  30 anos  atrás,  que abandonei o Direito  e fui em outras veredas em busca  de nem sei o que, nunca soube, e continuo  sem saber.  O que hj quero é  um trabalho  fixo que possa simplesmente  organizar  a vida de novo.mas bem organizada. Que possa usar se medo o que acumulei ao longo foa 30 anos. Mas sem medo de  se usar tudo passar necessidade mais tarde.
Dizer que amo ficar de novo estudando  para concurso,  não  amo. Preferia  ficar lendo,  vendo filme, escrevendo sobre arte. Mas e o amanhã?  A vida é cara, não  tenho com quem dividir  as despesas , logo  tudo depende  só de mim. Meu pé de meia sou eu quem faz. E acho que será.  Até  qdo passar, será  que terei toda essa força?  E disposição? 
Não  reclamo da vida, foi boa comigo.  Conquistei sozinha o que  mtos não  conseguiram. Logo me  valorizo por isso. Soube fazer  , só não  esperava que vom a mudança  das leis  fosse ficar ruim para mim como para meus amigos  que como eu não  tem uma fonte certa, fixa.
O mundo  capota, velozmente, piscamos e a juventude  já  passou e a velhice  chega sorrateiramente avisando é bem verdade pelas dores, limitações e por aí vai.. 

Amanhã escrevo  nais.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Sentimentos sempre esquisitos.

 






Tão sui generis as reações que  eu mesmo acho que poderiam ser mais equilibradas. Um convite que parte de  um ato  bobo meu, só poderia ser. Só eu mesmo sou capaz de  me deixar levar por nada, por ilusões  sabe-se  lá do que.  E  com base nisso  abro a guarda, arrisco para depois  ficar esquisita.

Tudo  bem, que quem não arrisca não petisca. Mas  a pergunta que me faço não sei responder, para que? para receber um Não solene e   vir escrever sobre isso. Para me sentir uma idiota correndo atrás de alguém que  já mostrou  que não me quer.  E  mesmo sabendo disso insisto Não tenho juízo e  por isso me autocensuro.  Sem dúvida que o sujeito percebeu, pois não é  bobo, que  fiquei puta da  vida e  respondi,  Me  desculpe o convite, só que ser gentil.  Como se  eu  quisesse de  fato cumprir uma formalidade para os  olhos   de quem não quer comigo sair. Que talvez não me enxergue.

Por  outro lado também  penso. Para que faço isso? qual a razão da minha  exposição. Sim porque de fato ela  existe. Mas  porra e da?  Como já disse acima quem não arrisca, não  petisca. E o fato do sujeito se colocar livre na vitrine, pode não e  pode sim significar alguma coisa.

Pois estão, com meus botões devaneio, o que será que ele achou. Ficou convencido é claro, mas do que já é . Só que o tempo passa rápido e daqui a pouco, muito velhos isso nada  mais significará.

Não tenho qualquer desejo por homem velho. Dessa  forma cada vez se tornará  mais difícil me interessar por alguém, porque estou velha, sem o pejorativo que isso pode conter. Sim,  velha para  ficar de  românticas ilusões porque, se não gosto de velho gosto de  novo  e  esse  nem olham para mim. Logo minha solitude, porque não tenho solidão me basta.

Egoísta, talvez, mas  por que não ser  nesse sentido? Humor varia, sensações  variam, vão e vem. No entanto percebo que vão mais rápido agora. E daqui a pouco serão indiferentes forever. Aí  não vai ter mais jeito,  Perdeu Mané, perdeu..