Blog que traz um pouco de reflexão sobre o momento em que vivemos. Um pouco de riso, um pouco de dor, um pouco de expressão. Também tem alguns textos já publicados em outros lugares. Aproveite a leitura, deixe seu comentário e compartilhe.
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Viagem
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Eros e Psiquê
O que vem depois de tudo?
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Vida temperada ou destemperada
domingo, 31 de maio de 2026
Dor, angústia, tudo junto separado
O que é não sei, talvez a preocupação com tudo que cerca, a família, a vida profissional, o fim de ano com sua característica peculiar. Sem compras devo dizer, até por que isso não faz parte do universo do desempregado.
Meu corpo hoje amanheceu dolorido, o mal estar persiste não sei por que? Insonia pela madrugada e dores esquisitas. Ano passado na mesma época eu me arrumava para o janeiro na Itália, minha preocupação era a entrada. Fiquei tão tensa que quando cheguei fiquei doente. Mas passou a viagem foi ótima. Nem escrever tô com saco.
Descobertas
Há um certo mistérios nas coisas que fazemos quando estamos envolvidos em pensamentos tumultuados.
Eu, por mim tiro essa conclusão pois descubro de repente na zona de arquivos que é meu computador um livro pronto. Que logo toma sua forma virtual, em e-book , pelas mãos de meu editor e ganha o mundo da rede pelo menos. São 42 paginas com crônicas que durante a Pandemia de Covid 19, nasceram. Outros escritos de tempos diversos que habitam meu PC.
Descubro assim em meus escritos uma narradora que não tem dobras na língua, que fala mesmo sem piedade de tudo que envolve sua vida emocional e afetiva e que agora resolveu fazer seu texto circular. Pelo blog o texto já não anda, por isso pensei o audio-book, que pode ser uma nova forma de comunicação.
A escritura e os traumas
Li um post na semana que falava sobre a benefício da escrita na superação de traumas, emocionais. A dica é bem interessante e sempre achei que pode ser bastante eficaz.
Dizia o post que não é escrever para publicar é para desabafar, sem ter censura consigo mesmo e para expurgar elaborando aquilo que te incomoda de montão.
Gostei e continuo a exercitar.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
E a vida...
"O que é? diga lá meu irmão", não fosse Gonzaguinha eu diria que sei lá, a batida do coração como o autor diz e que demanda pensamento e pausa. reflexão e ação.
Mas e o anjo da história onde foi que se meteu?
Eu falei que precisava voltar a escrever, que isso precisa de novo ser um hábito diário, pois se quero ser escritora só posso sê-lo através da escrita, mas se não o faço, paraliso e quando vem a catástrofe, o gatilho é que eu me coloco para a escrita como meio de sobreviver a hecatombe emocional.
Gosto de palavras fortes, dramáticas, mais na escrita que na fala, pois que somente me entendo de verdade quando escrevo para mim.
Eu disse no sábado que procuraria uma psicóloga, estava decidida, por algumas horas, mas não o fiz, parei na estrada da procura e fiquei parada.
Acho que continuo relutando em seguir adiante e finalmente aceitar que o tipo de vida que eu queria com o traste( ele), não terei pois que é para ele inconcebível, simples assim. Então, preciso tratar comigo mesma que não mais embustirei os sentimentos que carrego. Afirmo eu queria ele do jeito que eu queria. Não do jeito que ele queria, casado, dependente etc. Nunca chegamos a falar sobre isso. Mas talvez, agora é tarde para isso. meu tempo acho que se findou. já tinha visto que um ciclo encerrava agora, e quem sou eu para impedir que os ciclos se findem. Quero mais é que findem mesmo, porque já vai muito tarde.
Preciso tomar novas providências a esse respeito. Fazer qualquer coisa que seja menos adolescente e deixar a Penélope que habita em mim partir de uma vez por todas. Não tem Ulisses suficiente para a essa minha Jornada. Esse então vale nada de nada. É como todos um bom fdp, insensível e descompromissado com o sentimento alheio. Por fim um puta egoísta.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Se eu queria um pretexto para escrever
sábado, 16 de maio de 2026
Tempo, tempo, tempo
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Destitulado
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Sentimentos sempre esquisitos.
Tão sui generis as reações que eu mesmo acho que poderiam ser mais equilibradas. Um convite que parte de um ato bobo meu, só poderia ser. Só eu mesmo sou capaz de me deixar levar por nada, por ilusões sabe-se lá do que. E com base nisso abro a guarda, arrisco para depois ficar esquisita.
Tudo bem, que quem não arrisca não petisca. Mas a pergunta que me faço não sei responder, para que? para receber um Não solene e vir escrever sobre isso. Para me sentir uma idiota correndo atrás de alguém que já mostrou que não me quer. E mesmo sabendo disso insisto Não tenho juízo e por isso me autocensuro. Sem dúvida que o sujeito percebeu, pois não é bobo, que fiquei puta da vida e respondi, Me desculpe o convite, só que ser gentil. Como se eu quisesse de fato cumprir uma formalidade para os olhos de quem não quer comigo sair. Que talvez não me enxergue.
Por outro lado também penso. Para que faço isso? qual a razão da minha exposição. Sim porque de fato ela existe. Mas porra e da? Como já disse acima quem não arrisca, não petisca. E o fato do sujeito se colocar livre na vitrine, pode não e pode sim significar alguma coisa.
Pois estão, com meus botões devaneio, o que será que ele achou. Ficou convencido é claro, mas do que já é . Só que o tempo passa rápido e daqui a pouco, muito velhos isso nada mais significará.
Não tenho qualquer desejo por homem velho. Dessa forma cada vez se tornará mais difícil me interessar por alguém, porque estou velha, sem o pejorativo que isso pode conter. Sim, velha para ficar de românticas ilusões porque, se não gosto de velho gosto de novo e esse nem olham para mim. Logo minha solitude, porque não tenho solidão me basta.
Egoísta, talvez, mas por que não ser nesse sentido? Humor varia, sensações variam, vão e vem. No entanto percebo que vão mais rápido agora. E daqui a pouco serão indiferentes forever. Aí não vai ter mais jeito, Perdeu Mané, perdeu..