Certa dor estranha que dura justos 3 dias, ou 4. E que nesse ritmo vai diminuindo até acabar.
Entretanto, como estou nesse que chamei processo de auto análise numa auto biografia quero marcar os sentimentos.
Percebo o que posso chamar de apego. É sério, a narradora aqui ao mesmo tempo que quer escrever sobre o presente e passado precisa vislumbrar certo futuro, certa hora de partença. De deixar certos sentimentos para trás deixar fluir.
Talvez o meu apego às situações do passado tenham me prendido até hoje no estágio em que percebo. Mas que sinto estar cambiando. Um cambeamento importante.
Não quero dessa vez parar de escrever quando estiver vendo que as sensações vem passando.
Quero dessa vez ir a fundo nessas emoções para distrincha-las de vês.
Não é simples. Demanda atenção, desprendimento. Mas sei que o resultado me fará melhor, em maior controle de mim mesmo.
Como já falei, talvez eu tenha a ilusão que amei demais. E apesar de muito sofrer posso não ter amado. E tudo ter sido uma tentativa, já a insatisfação eemprw estava presente. Sempre algo me descontentava. Sei que não são iguais os sentimentos. Quando se tem alguém essa pessoa não é100% tudo que idealizamos. Tem falhas, e precisamos aprender a lidar.
E isdo só a maturidade para entender e se sentir bem mesmo assim. Quando buscamos ou ficamos esperando algo diverso do comportamento do outro e não vem ficamos frustrados e eu assim me sentia. Mas o que me incomoda, é não saber o que esperava. Nunca a certeza. A eterna insatisfação que jamais falei para eles e também não entendia.
Será que agora começo a sacar meu próprio querer e o que foi o meu sofrer.
Como fazer, talvez
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