No entanto, eu sinto que preciso acordá-lo antes da próxima tarefa de tentar transpor a dor para no papel, pois que não me tem atividade mais prazerosa que essa de escrever.
Não sou das invenções, mas das investigações, da pesquisa e de sintetizar aquilo que vi, ouvi, e elaborei . Vejo isso quando agora me debrucei sobre um trabalho de uma amiga . E como é bom e interessante mergulhar nesse universo para buscar uma leitura sobre o que lhe foi oferecido.
Pena estar com tantos afazeres que não de tempo de mergulhar para ali transpor do papel a realidade e vice e versa .
O tempo necessário para trabalhar em estudar. O trabalho é braçal, não que canse, mas cansa a voz, e já não me seduz em apenas repetir o básico tantas vezes seguidas. Na faculdade pelo menos é apenas uma vez por semestre. Na escola se repete pelos tantos de turma que se tem. 5 vezes por assunto no mínimo. Ufa!!! Tem que ter paciência. E na loucura se quer fazer igual em cada um.
Esgota, a repetição, a mesmice e parece que damos a quem não quer ouvir.
Talvez eu precise falar o que me incomoda. O tesão se perdeu. Pois que não tem troca, nem pergunta, todos ali estam por obrigação. Público difícil.
Por outro lado o que fazer, pois que se tem que sobreviver.
Concursos não vem, ou melhor eu não vou, já desanimei de novo. E bato na porta e paro. A uma mágica que me fizesse transportar para a já sonhada posse. Tudo em busca de um salário básico melhor para a vida levar.