sábado, 16 de maio de 2026

Tempo, tempo, tempo

Sempre a mesma lenga, uma dor que não  se pode conter e a escritura  escorre. Cessado o tempo dela, cada vez mais curto  quando  é a que me refiro, fecho o caderno e sou absorvida pela  vida de tal maneira  que a escritura  fica em plano suspenso, ibernando como um urso  bravo que a qualquer momento  pode acordar.
No entanto, eu sinto que preciso  acordá-lo antes da próxima  tarefa de tentar transpor a dor para no papel, pois que não  me tem  atividade mais prazerosa que essa de escrever. 
Não  sou das invenções,  mas das investigações,    da pesquisa e de sintetizar aquilo que vi, ouvi,  e elaborei .  Vejo isso  quando agora me debrucei sobre um trabalho de uma amiga . E como é bom e interessante  mergulhar  nesse universo para buscar  uma leitura sobre o que lhe foi oferecido. 
Pena estar  com tantos afazeres que não  de tempo de mergulhar para ali transpor  do papel a realidade e vice e versa .
O tempo necessário para trabalhar  em estudar.   O trabalho  é braçal, não  que canse, mas cansa a voz,  e já  não  me seduz em apenas  repetir o básico   tantas vezes seguidas.  Na faculdade  pelo menos é apenas uma vez por semestre.  Na escola se repete pelos tantos de turma que se tem.  5 vezes por assunto  no mínimo. Ufa!!!  Tem que ter paciência.  E na loucura se quer fazer igual em cada  um.
Esgota, a repetição,  a mesmice e parece que damos a quem não  quer ouvir.
Talvez eu precise  falar  o que me incomoda.   O tesão se perdeu.  Pois que não tem troca,  nem pergunta, todos ali estam por obrigação.   Público  difícil.  
Por outro lado o que fazer, pois que se tem que sobreviver. 
Concursos  não   vem,  ou melhor  eu não  vou, já desanimei  de novo. E bato na porta e paro.  A uma mágica  que me fizesse transportar para a já sonhada posse.  Tudo em busca de um salário básico melhor para a vida levar.




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