"O que é? diga lá meu irmão", não fosse Gonzaguinha eu diria que sei lá, a batida do coração como o autor diz e que demanda pensamento e pausa. reflexão e ação.
Mas e o anjo da história onde foi que se meteu?
Eu falei que precisava voltar a escrever, que isso precisa de novo ser um hábito diário, pois se quero ser escritora só posso sê-lo através da escrita, mas se não o faço, paraliso e quando vem a catástrofe, o gatilho é que eu me coloco para a escrita como meio de sobreviver a hecatombe emocional.
Gosto de palavras fortes, dramáticas, mais na escrita que na fala, pois que somente me entendo de verdade quando escrevo para mim.
Eu disse no sábado que procuraria uma psicóloga, estava decidida, por algumas horas, mas não o fiz, parei na estrada da procura e fiquei parada.
Acho que continuo relutando em seguir adiante e finalmente aceitar que o tipo de vida que eu queria com o traste( ele), não terei pois que é para ele inconcebível, simples assim. Então, preciso tratar comigo mesma que não mais embustirei os sentimentos que carrego. Afirmo eu queria ele do jeito que eu queria. Não do jeito que ele queria, casado, dependente etc. Nunca chegamos a falar sobre isso. Mas talvez, agora é tarde para isso. meu tempo acho que se findou. já tinha visto que um ciclo encerrava agora, e quem sou eu para impedir que os ciclos se findem. Quero mais é que findem mesmo, porque já vai muito tarde.
Preciso tomar novas providências a esse respeito. Fazer qualquer coisa que seja menos adolescente e deixar a Penélope que habita em mim partir de uma vez por todas. Não tem Ulisses suficiente para a essa minha Jornada. Esse então vale nada de nada. É como todos um bom fdp, insensível e descompromissado com o sentimento alheio. Por fim um puta egoísta.
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